O som da porta se fechando ecoou pelo corredor como um trovão contido. Isla permaneceu de pé diante de Darian, o olhar firme, os braços cruzados sobre o peito. O escritório estava mergulhado em uma penumbra densa; as cortinas parcialmente fechadas deixavam passar apenas uma faixa de luz que cortava o chão como uma lâmina. — Quer me explicar o que está acontecendo? — a voz dela soou firme, mas havia algo de trêmulo por baixo, uma sombra de cansaço que nem ela mais conseguia esconder. Darian, debruçado sobre a mesa, levantou o olhar devagar. Havia algo sombrio em seus olhos — um misto de fúria e exaustão. — O que exatamente você quer saber, Isla? — ele rebateu, com a voz baixa e áspera. — Que a sua irmã decidiu brincar de h*****a? Que desobedeceu a minha ordem e foi ver aquele homem de no

