A manhã chegou com uma luz suave entrando pelas cortinas da mansão. Isla ainda estava acordada, sentada no sofá com Alessandro no colo. O bebê dormia tranquilamente, a respiração ritmada e a pele quente contra o peito dela. O calor do pequeno corpo era reconfortante e ao mesmo tempo cortava o coração de Isla, lembrando-a de todos os dias em que estivera longe, sem poder abraçá-lo, sem poder protegê-lo. Darian entrou na sala, ainda com o terno amassado da noite anterior, o olhar pesado, mas aliviado. Vê-los juntos ali, vivos, saudáveis, trouxe um misto de emoções que ele não conseguia processar completamente. Cada passo que ele dava em direção ao sofá parecia uma vitória silenciosa sobre o desespero que havia sentido durante a ausência de Isla. — Bom dia — murmurou ele, a voz baixa, quase

