HAYLEY Ítalo solta um grunhido baixo enquanto percorro minhas mãos por todo o seu peitoral rígido provocando-o, levando-o ao limite. Seus lábios são vorazes e deslizam pelo meu maxilar, clavícula e topo dos meus s***s. Gemo, arranhando os seus braços. Como se saísse de um transe ele se afasta. — Droga, menina! N-ão podemos. Ofega, passando as mãos no rosto, impacientemente. — Pare de me chamar de menina — Rosno, o empurrando para longe. — Quer saber? Estou cansada de você, Ítalo — Berro — Sempre dando para trás, procurando meios para justificar que você me quer. Que me deseja como um homem deseja uma mulher. Para de ser covarde! — Grito a centímetros do seu rosto impassível. Seus olhos azuis estão brilhando feito brasa e emana um tremendo poder. Ítalo está prestes a explodir e s

