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840 Palavras
Bruna Dias Chegamos ao Baile, estava cheio e pelo o que eu tinha visto no grupo da comunidade, o irmão da Carla estava de volta. Kaio é o Dono aqui do morro, ele foi preso depois de matar o pai, longa história e eu não to afim de se ficar me lembrando de coisas ruins agora, quero mesmo é curtir. Fui andando com a Carla no meio das pessoas ali, estava tão cheio que pra dançar estava r**m, mas eu já sei como fazer pra descer até o chão e por a raba em jogo, até porque aqui enche de gatinhos e eu to precisando pegar algum. Antes de subir com a Carla para o camarote eu peguei uma cerveja no bar, apesar de não usar droga alguma eu bebia, e bebia o dobro. Subi com ela passando pelos vapores que abriram caminho e fomos até aonde o irmão dela estava, olhei pra ele, estava sentado com a Aline em seu colo, e ela ficou me encarando. Aline estava semana passada dando pro Babilônia, mas a p*****a não aguenta ver um homem que se joga. E o o****o do Babilônia fica calado, apesar que ele também não vale o r**o que tem. Meus olhos se encontraram com o do Kaio e ficamos nos encarando por alguns segundos até o Babilônia por a mão na minha cintura, meu olhar foi para ele. - Oi minha linda. - Ele encostou o lábio no meu pescoço e eu me virei afastando ele de leve. - Oi Babilônia. - Ele ficou sem graça e me afastei. Eu gosto muito dele, mas como amigo, a gente cresceu junto, criamos sonhos juntos e ele sempre falava que íamos nos casar e ele ia me dar o mundo, olha ai o mundo. Desci do camarote mesmo sem a Carla, ela ficou lá com o irmão e eu queria dançar, não tenho vocação pra ficar sustentando marra de bandido. Me enfiei no meio das pessoas e estava tocando Show das poderosas, comecei a dançar e por meu corpo pra jogo, eu nunca neguei o quanto amo me exibir, e nem é para agradar aos homens e sim para me agradar. Comecei a fazer os passos e empinava a raba, fazia o quadradinho e rebolava como se não houvesse amanhã, Carla depois de um tempo se juntou comigo e ficamos dançando e bebendo. ... Kaio Gomes Depois que a Carla desceu eu fiquei acompanhando a loira com os olhos, tava gostosinha a ninfetinha, era nagrela e descabelada a sete anos atrás e agora ta com a raba enorme. Aline estava no meu colo, não parava de me dar mole, ficou dando beijos no meu pescoço, pegajosa pra c*****o, bagulho chatão, eu não tenho vocação pra pagar de homem de ninguém não. - Qual foi Aline, da um tempo. - Tirei ela do meu colo e ela fez um bico resmungando. - Vai dançar um pouco, mais tarde eu te dou a p**a que você quer. Ela sorriu e saiu de perto de mim indo pro meio da multidão, peguei um copo com whisky e gelo e comecei a tomar, voltei meus olhos a loira, ela não parava aquela b***a quieta. Escutei uma voz conhecida no microfone e olho pro palco onde o DJ estava tocando, vejo o Babilônia lá em cima. - Fala ai c*****o, hoje a gente tá aqui comemorando a volta do chefe, fez falta parceiro, papo reto mermo, não é o mesmo sem você aqui. - Estendi a mão pra ele e sorri, ele volto a falar. - Essa música é pra gente comemorar isso, a sua liberdade chefe, a sua volta e a sua vida. Todo mundo começou a bater palma e levantei minha arma dando o primeiro tiro antes dos menor fazer o mesmo e me imitar. Ficamos alguns segundos assim até a música começar a tocar. Tentaram me parar; Tentaram me impedir; De fazer o melhor pra minha família sorrir. Babilônia canta pra c*****o, o cara tinha todo o mundo ai pra ganhar e decidiu viver do crime, eu não julgo, por que minha escolha foi a mesma, poderia ter metido o pé e estudado. E fé em Deus, eu 'to aí; E desde menorzinho; Sei que a vida não é fácil pra ninguém; Mas hoje eu 'to suavin'; Contando as nota; E com a meta de deixar minha família mais feliz. Graças a Deus eu 'to aí; Vários conspirando; Na intenção de mexer com nosso emocional; Mas passa m*l que eu 'to legal; Esses comédia que aperta minha mão e pelas; costas fala m*l. Geral cantando alto com ele e eu na minha vibe, já estava ficando chapado de droga e bebida, muito tempo sem beber e chapar assim, fico até pensando na ressaca amanhã, mas a gente cura ressaca com mais droga e fica tudo mec. Voltei a me sentar, meu olho não saia da loirinha, já tava ficando chapado na dela imaginando a safada de joelhos me olhando e me mamando, eu quero e eu vou ter a qualquer custo.
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