29 - Jaqueline

1042 Palavras

Jaqueline Narrando O sábado já começou no pique. Nem deu tempo de respirar, desci lá pra baixo pra resolver um B.O que tinha rolado na rua de trás. Tava naquele corre, na atividade, quando vi Kauane encostada na esquina, como quem não quer nada. — Sobe aí na garupa que eu te deixo em casa, vacilona — falei, acelerando de leve pra chamar atenção. Ela sorriu, subiu na moto com aquele jeitinho dela, e eu, na moral, mandei o Cabaço colar lá no galpão e ajudar o Zulu. — Vai, moleque, bora fazer valer a responsa — gritei. Tava tudo certo, até que o carro do padre virou a esquina. Na hora, meu coração deu uma travada. Já mandei Kauane descer da moto. — Ué, tu não ia me deixar em casa, raparïga? — ela reclamou, batendo o pé. — Eu vou, doida. Mas antes vou pedir a bênção, né — falei rindo,

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