Jaqueline Narrando Tava no corre, resolvendo uns bagulhos, quando o celular vibrou. Era mensagem do Fábio. — Vamos comemorar hoje? — Me chama que eu broto, tô facinha padre. Respondi e dei aquele sorrisinho de canto. Não respondi na hora. Só pensei comigo: hoje mesmo eu apareço lá, Fábio. Minutos depois, outra mensagem dele: — Já estou indo embora, tô levando o notebook com os dados e os acessos de todos os clientes. Ri sozinha. Esse padre tá achando que precisa me avisar de tudo. Fofo, mas desnecessário. — Tu não precisa me dar satisfação, Fábio. O trampo é teu, tu resolve do jeito que achar melhor — respondi, já jogando o celular de volta no bolso. O sol já tinha ido embora quando fechei o corre do dia. Resolvi tudo que precisava e fui direto pra casa. Entrei sem fazer muito a

