Não imaginava a dimensão da casa do Henry até o carro parar na frente do enorme portão preto. Desde que nos conhecemos e pelo que a Gabi falou, sempre soube que ele era uma pessoa com uma vida financeira confortável, mas não imaginava que a sua casa era imensa dessa forma. O portão automático se abriu e em pequena velocidade fomos nos aproximando da mansão. Meu estômago revirou ao pensar na probabilidade dos pais dele me olharem de cima a baixo com desdém. - Fica tranquila. - Henry sorriu quando descemos do carro - Eles só estão zangado comigo pela irresponsabilidade. Falou com naturalidade como se fosse um menino de dezesseis anos que foi na balada escondido. Não tive mais dúvidas de que Henry era absurdamente mimado e nunca teve que lidar com consequências. Se eu estava impressio

