Me viro na cama e abraço o Marco durante a noite, em dois dias já me acostumei com ele por perto. Quando não sou eu que puxo ele pra perto, Marco que me puxa. Inspiro o seu cheiro quando coloco meu rosto no seu pescoço. O sono começa a desaparecer, meu peito trava em uma agonia estranha que eu não consigo identificar o motivo. Mudo de posições algumas vezes até despertar o Marco. Ele acaricia meu braço tentando me acalmar, e beija o meu ombro. - O que foi? - Pergunta sonolento, ainda com os olhos fechados. - Não sei, não consigo dormir. - Hum. - Tenta abrir os olhos e logo fecha - O que te incomoda? Deve ser o tanto que comeu. - Soltou um sorriso preguiçoso e eu sorri junto. - Estou agoniada. - Ok. - Ele coça a garganta e vai se sentando lentamente, encostando a cabeça no batent

