Emily Minha cabeça doía absurdamente, e aos poucos as lembranças dos últimos acontecimentos foram voltando como raios que atingiram diretamente o meu coração. Olhei ao redor, aos poucos me acostumando com a escuridão do local. O cheiro de mofo e óleo queimado impregnava o ar, e a luz fraca de uma lâmpada pendurada no teto iluminava parcialmente o ambiente. Minhas mãos estavam amarradas firmemente atrás das costas, e meus tornozelos, igualmente presos, limitavam qualquer possibilidade de fuga. O pânico começou a tomar conta de mim, mas respirei fundo, tentando manter a calma. Eu precisava encontrar uma maneira de sair dali. O som de passos ecoou pelo galpão, aproximando-se. A porta de metal rangeu ao ser aberta, revelando dois homens corpulentos, vestindo roupas escuras. Um deles segur

