Não ligo se você gosta de pu*tas, desde que a mesma seja eu - falo de dar com intensidade, da podolatria, da virgind*ade ana*l, de tabus, falo de amor!
Algo em Diego me chama a atenção, formamos um casal bem cúmplice e nossas taras e desejos, sempre foram atendidos. Mantínhamos o diálogo e isso é fundamental pra se manter bem casado, pois tínhamos algo especial, único, éramos invejados por isso, não entendia o porquê dele estar tão distante naqueles dias de inverno em 2016, e pensava que era algo no trabalho e preferia esperar a sua iniciativa em querer conversar.
No dia 08 de agosto, percebo uma ligação altas horas da madrugada, e desperto intrigada... escuto uma resposta dele:
___ Sim estarei neste lugar às 15h.
Pensando bem, às 15h ele deveria estar trabalhando, então quem será que liga uma hora dessas pra marcar o sei lá o que com meu marido? Intrigas e mais intrigas rondam minha mente que já estava triste - agora possessa - e eu não vou inquirir meu marido, eu sou bem mais eu, eu vou é descobrir o que se passa e veremos o que fazer...
Finjo que estou dormindo, ele se aninha em nossa cama, se cobre e dorme, eu não, saio devagar da cama, pego o seu celular e copio o número que aparece no visor, volto a cama, e não durmo.
No dia seguinte, tomamos banho, nos beijamos, disse-me que eu era a paixão dele, tomamos café, como de costume, me deixou na porta do trabalho.
Passei o dia meditando no que fazer com aquele número tão misterioso, estava triste, nunca havia me deparado com uma situação daquelas, então decido trabalhar e desanuviar minhas ideias... próximo ao horário do almoço, liguei para o número e quem atendeu tinha uma voz rouca, de senhora, e sem titubear falei que era a mando do Sr. Diego e que ele desejava confirmar o local do encontro, ela caiu e me passou todas as informações possíveis... que ele deveria ir a um motel, e que receberia uma pessoa de nome Samantha, e daí veio a confirmação de tantos conflitos que nos envolvia, era um serviço pago para uma pros*tituta tra*nsar com meu marido!
Como se um trem passasse sobre mim, me senti como um papel amarrotado no fim da lixeira. Não havia necessidade daquilo, havia respeito entre nós, amparávamos um ao outro, então por que seria necessário ele pagar por s*x*o? Nosso se*xo era dos bons, com tudo que um casal cheio de te*são e apaixonado tem e sobretudo, havia o mais importante: nossa cumplicidade, amor...
Pensei, meditei, repensei nossa história e decidi: isso não ficará assim!
Tenho a hora e o local, não arriscarei minha união por nada!
Sai mais cedo do trabalho e passei correndo no shopping, vasculhei lojas de s*x-shop, lojas de lingeries, enfim tudo que achava que pertencia à uma pu*ta eu comprei: meias 7/8, espartilho preto com rendas, um sobretudo preto, um aplique n***o longo, uma máscara misteriosa, uma bolsinha bem safada, um salto alto preto.
Voltei pra casa, aprontei-me, coloquei os cílios postiços, um batom vermelho, a roupa de quenga, calcinha de laços nas laterais, ahhh peguei chicletes, a tal máscara sedutora, muito bem perfumada, ao me olhar quanto orgulho de me ver tão vulgar, numa roupa que profanava e despertava em mim uma p**a mesmo, uma quenga bem ordinária, era isso que ele queria? Assim que ele me teria!
Desci do prédio, somente o sobretudo a cobrir a p*uta que havia em mim, e um perfume, um cheiro bom que fazia todos me olharem. Chamei um táxi que me levou ao hotel anotado, a tal menina estava lá, e brevemente despachei-a com o dinheiro que óbvio eu receberia em dobro, e mandei que me anunciassem. Subi pro tal quarto.
Estava escuro, sombrio, ele sentado numa poltrona de costas pra mim, não o via, pus a máscara, ele se vira, fiquei em sua frente secando toda aquela energia, a sua energia erótica, ele não me reconheceu mas percebeu que não era a menina que ele pediu, eu respondi que aquela noite ele seria meu e de mais ninguém!
Coloquei um som (Beyonce – Crazy in Love), o ambiente a meia luz, olhei ele pela máscara, dancei pra ele um pouco, e fui tirando o sobretudo len-ta-men-te, depois tirei o salto, mais dancinhas e comparado à outra garota que eu dispensei, havia um detalhe: somente eu sabia de um desejo, um fetiche peculiar do meu marido, e então decido brincar e provocar com isso, e passeio um pé em seu rosto, sua boca, seu peito, seu colo Era nosso primeiro toque, mais dancinhas, vou descendo estirando-me ao chão, havia um tapete por baixo, eu deitada pelo chão e ele na poltrona...
___O que você vai fazer? - ele perguntou em tom eufórico.
___ Você verá! - até aqui nem por voz ele me reconheceu, deve ter sido a máscara e o aplique.
O segredo guardado entre nós, é que ele não resistia a meus pés feitinhos, unhas brancas, com flores desenhadas, como um bom adorador de pés (meus pés) macios, cheirosos, agora em seu colo, alisando por cima da roupa, seu pê*nis já ereto, fui deslizando mais...descobrindo texturas, tateando, sorrindo, e provocando sensações.
Deslizo meus pés sobre os seus sapatos e vou subindo entre tornozelos alcançando suas meias, eu no chão estirada, pernas bem flexíveis, ia novamente subindo o contato visual pela máscara. A volúpia do seu praz*er com os pés, ele em desespero como uma criança ansiosa, retira as calças, eu alisando, o seu p*u agora nu, pego um óleo de massagem e pingo pequenas gotas em seu p*u, e volto ao chão, acariciando as gotinhas e esfregando nele todo, de baixo pra cima, com a ponta dos dedos, sentia sua pele esticada e ia brincando de pegar com os dedos nele, amassando, e passando na glande, um líquido gostosinho sai do seu p*u, passei meu pezinho nele e passava em sua coxa, e sentia seu p*u quentinho, úmido, e logo comecei a passar pro nível dois: segurava mais forte seu p*u com os pés, ouvia gemidos de pra*zer, seus olhos fechados, sua entrega, um frenesi e êxtase, meus pés em forma de concha punh*etando meu macho, ganhando mais ritmo e movimentos.
Ele goza pleno, e é o momento da descoberta, retiro a máscara:
__ Bianca é você?
___ É querido, sou eu, e antes que pense qualquer bobagem de mim, eu vi a tal ligação, estou aqui pra salvar o que nos resta de casamento!
___ Me perdoa Bianca!!
Ele ia começar a sua procissão de desculpas e promessas, e eu lá linda, cheirosa, e pronta... sem responder, começo a tocar seu p*u, volto ao chão, de joelhos, aliso suas pernas, coxas, e vou introduzindo cada centímetro do p*u em minha boca, chegando até a garganta, engasgo, e volto à glande, babando, salivando, provoco barulhos de chupada forte e quente.
Seu olhar em transe novamente; o que fazer se eu tenho um dom para enfeitiça-lo? Volto a dar um trato naquele p*u tão meu, começo a tocá-lo com a mãozinha bem fechada e saboreio sua glande com volúpia, sem pudor, lambendo e dando voltas com a língua ávida, eu bem que queria sentir seu espe*rma quente e viscoso em minha boca, mas ele me levanta, me beija, me joga na cama, bem rouca de tanto chupar eu digo:
___ É agora que você vai me fazer sua pu*ta?
Me joga na cama, de frente, desfaz os lacinhos da calcinha preta transparente, e começa a degustar meu mel, por entre lábios grande, pequeno, passando a língua, salivando, me contorço, seguro forte, puxando o lençol ofegando e entre suspiros, rebolo em sua língua que passeia no meu se*xo. Ele então cospe, e introduz seus dedos me fazendo delirar, enlouquecer, goz*ar e contrair em sua boca.
Era muito desejo, introduzia seu p*u na buc*etinha quente, molhada, de frente por cima de mim, muitos beijos e ele pincelando a glande, provocando, e rindo pra mim, sua mulher, sua p*uta. Ele então não pareceu muito satisfeito com a posição e logo me joga de bruços, e me ajeita num travesseiro por baixo, elevando meus quadris, suas mãos acariciando meu corpo, sua boca em minha nuca, beijando, lambendo, e falando cretinices:
___ Bianca sua p*uta!
Meu corpo em transe, entregue... ele me*te forte, sem pena, eu quase g*ozo...suas mãos em meus sei*os, meten*do, socando, bombando e eu lá geme*ndo, recebendo o p*u duríssimo, que não para, um entre e sai na minha bucet*inha e seu saco roçando na bun*da...e uma explosão... que ocorre fácil, rápido, urramos e goz*amos juntos, inundamos nossos corpos, pernas.
Paramos o mundo, nosso mundo, neste exato segundo, e olhamos um para o outro, cheios de incertezas, uns dez minutos se passam e eu começo...
___ Por que fez isso?
___ Isso, o quê?
___ Pagando pra ter sexo? Fala sério Diego, você precisa disso?
___ Você não me conhece tão bem assim.
Ele se esquiva, parece um bicho do mato, eu ainda assim insisto...
___ Se você não me contar, não se abrir, vai ficar cada vez mais difícil entender você...
___ Você não vai parar, não é?
___ Não! - Respondi sorrindo, ele ainda sério, obtuso...
___ Vou dizer então, saiba que a nossa relação nunca mais será a mesma, tá? - Um tom frio.
___ Sim, sei disso. – falei meio em dúvida.
___ Gosto de fazer anal e você é uma pessoa que nunca quis, você faz de tudo na cama, o que eu acho incoerente da sua parte, poderia ao menos, tentar, mas nunca quis...
Eu ia começar uma histeria...mas... Declinei...
Pensei é ele não estava de todo errado, eu sempre digo não, mas será que seria capaz de dar meu cuz*inho, e perdoá-lo?
Realmente, nunca seremos os mesmos e sabe... não custa nada tentar. Quebro o silêncio, envolta no lençol, em sua frente de pé e determinada:
___ Olha aqui Diego, eu vou tomar uma ducha, e quero ver se você é capaz de me fazer sua p*uta de verdade, acho que a essa hora, não há nada a perder...
Entrei na ducha, água morninha, névoa que percorre o banheiro, sabonete líquido e uma esponjinha, e fui acariciando meu corpo, sentindo a calma, ele entra no box, e nos beijamos mais, e fui lavando meu macho, uma gueixa, cuidando dele, do seu corpo, acalmando pra depois bagunçar!
Voltamos à cama, meus cabelos molhados, sem maquiagem, sem adornos, era eu nua e crua. Busco um gel lubrificante, sento em seu colo com o roupão, carinhosa, olhando seus olhos, pensando em mil coisas... acaricio sua nuca, beijando... suas mãos despertas, acariciam meus seio*s, apertando, colocando-os na boca, sensação boa.
Ele então me segura forte, me deita na cama, de roupão, ao lado, nos beijamos, ele com a mãozinha em meus sei*os, a outra percorrendo meu corpo, abrindo o roupão, acariciando minhas coxas, e descendo pelo ventre, tocando, explorando meu grel*inho intumescente e me beijando, eu com a mão no seu p*u e ele em mim, retiro o roupão e fico de lado, de costas pra ele, que me beija a nuca, e fala coisas...
___Você vai dar o cabacinho desse cuzi*nho pra mim, vai minha put*inha?
__ Vou tentar... sorrindo, adorando, safada.
Adorava roçar minha bun*da no seu p*u e fiquei assim roçando, provocando, primeiro ele tentou me acalmar que confesso, nunca havia feito nada parecido, dizia que era pra confiar nele... entre beijos e sussurros, afagava meus sei*os, eu de ladinho, e fui me entregando, fechando os olhos, ia pincelando seu p*u nele, encaixando na entradinha, sentia uma dorzinha, que por enquanto, não incomodava, não com ele dizendo:
___ Calma...respira...vou devagar tá? Não vou te machucar... tá gostoso?
Somente ofegava, cheia de tes*ão, doida pra dar logo... ele pega o gelzinho esfrega nele e no seu p*u, carinhoso, sinto um calor, o gel aquece nossos corpos, essa hora, nem sinto a cabeça do seu p*u, que era grande, machucava, mas nem sentia.
___ Anda...mete essa ro*la de uma vez, acaba logo comigo...
___ Calma, respira...eu vou comer ele todo, espera.. - enquanto gemia e sentia meu t***o escorrendo abundante entre as minhas pernas...
___ Me faz sua p*uta, anda... mete...vai... ordenava loucamente, já na base , atolado em mim, e começa um vai e vem mansinho...que ia progressivo, aumentando, alternando dor, paixão, amor, eu era só entrega...Ele em súplicas:
___ Tá doendo Bia? Faz assim, rebola no meu p*u, vê o quanto aguenta, o quanto consegue, vê se gosta.
Essa carta branca veio em ótima hora, eu encaixava meu cu*zinho todo nele, rebolando, o corpo reagindo, pedindo mais, e ia mais rápida, um vai e vem...
___Isso baby, vem meu amor, tô quase goza*ndo, não para...
___ Quem é sua Pu*ta, hein, diz, quero saber?
___ c*****o Bia, minha putin*ha é, sempre será você, me perdoa vai...
___ Bia nada! Eu sou sua Put*a, anda, fala...
___ Minha Pu*ta, caral*ho que cabacinho gostoso, rebola pu*ta, vai, minha puti*nha, safada!
Sentia seu p*u todo em mim, desvirginando meu rabinho, era uma sensação difícil de descrever porque era bom e ao mesmo tempo doía, e o p*u não parava, entrava, saía, eu gem*endo...ele também:
___ Não para, vou goz*ar minha pu*ta gostosa, ahhhhhhhhhhhhhhhh!
Goz*ou dentro e um pouco fora de mim, nos abraçamos bem forte e adormecemos...
Depois de um tempo acordo e fico ali olhando, velando seu sono, uma sensação de satisfação, nunca senti tanto praz*er em realizar meu macho, meu marido, meu amor no se*xo. Olho pra ele e nos damos um abraço que nos refaz, nos permite o perdão, e os sorrisos que não cessam... mais um banho a dois, e lembrei que não tinha outra roupa, tinha que sair daquele jeito mesmo e mais sorrisos, e lembrei que tinha que cobrar pelos serviços tão bem prestados, que lógico recebi.
Em 2016, a vida nos ensinou que não basta ser uma boa moça, boa esposa, amiga, companheira, psicóloga, cozinheira, tem que ser mesmo é uma boa pu*ta e desta forma realmente nunca mais fomos os mesmos, agora toda forma de amor tem uma entrega, toda curiosidade em nós, nos é revelada!
Queridas Amigas sejam PUT*AS!