Era um domingo à tarde, daqueles modorrentos, quando ficamos esticados no sofá apenas olhando para a TV, mas nem sabendo ao certo o que estava passando. Estávamos apenas eu e meu marido, pois nossa filha Karla tinha saído com as amigas, afinal era natural na idade dos dezoito anos. Olhei para meu marido e meu coração bateu mais forte. Mesmo depois de vinte e cinco anos de casamento eu o amava como se fosse o primeiro. Foi meu primeiro namorado e único homem, nunca tive olhos para outro qualquer que seja. Com ele me tornei mulher, mas só depois que nos casamos. Nossa vida s****l sempre foi muito tranquila, sem grandes arroubos de paixões que, como alguns dizem, nos faz perder a cabeça, muito pelo contrário, se*xo para nós não era a coisa mais importante. Éramos felizes assim, pelo menos

