Capítulo 52

468 Palavras

  Quem me acompanha pela telinha pode pensar  que sou a pessoa mais barraqueira do mundo. No entanto a verdade é que só quero resolver as coisas da melhor maneira possível. O problema é quando me tiram do sério. Aí sai de baixo! É tomada pela raiva que invado a festinha dos meninos, no esconderijo. Eles começam a me cumprimentar e me chamar de invasora, mas não estou nem aí. A primeira coisa que faço é colocar o dedo na cara de Otávio, que já está mais para lá do que para cá. – Que negócio é esse de dizer que só não me come porque não está com fome? – esbravejo. – Fala na minha cara! Os caras esboçam uma expressão esquisita, já entendendo que as coisas estão prestes a sair dos trilhos. – Não sei do que você está falando – preciso me afastar um pouco para me desvencilhar do bafo alcool

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