Ego.

1930 Palavras
Victória Acordei com uma dor de cabeça horrível, flashs da noite passada vieram com tudo na minha mente. Me lembro de ter assinado o contrato e logo após virar a taça de vinho, Dominic me encarava com um sorriso no rosto e ali eu não resisti. flashback — Eu não sei como fazer essas coisas do contrato Dominic. Eu não sei como vou conseguir te agradar, você entende? — Disse séria. — Você quer me agradar? — sua voz era tão calma, tão baixa, tão sexy — Quer que eu te ensine? Sim! Eu queria gritar. Queria fazê-lo sentir assim como ele a fazia imaginar coisas. — Sim. — Então me ouça. Siga meus comandos. Quando estamos justos, eu estou no controle, não você — Ele se levantou da cadeira em que estava e se sentou ao meu lado.— Isso é novo, mas você consegue sentir que vai ser bom caso contrário, não teria assinado o contrato. Eu realmente queria, estava sobrecarregada com o poder dele. Por que eu não podia resistir? O que havia de tão magnético nele? — Diga ele mandou. — Diga que quer me agradar, Victória. Diga que quer tudo o que eu vou te dar. — Eu quero. — Minha resposta veio sem hesitação. — Diga mais uma vez. — Dominic ordenou novamente. — Eu quero você. — Sussurrei, esfregava minhas coxas uma na outra como se isso fosse diminuir o t***o. Dominic me beijou com força, como se quisesse a marcar. Inclinei meu corpo contra o dele e senti seu m****o duro pressionar minha barriga. Nos levantamos sem quebrar o beijo, as nossas línguas dançando em perfeita sincronia. Quando Dominic me prensou mais contra a parede. Victória sentiu seu corpo pegar fogo por dentro. Dominic passou a língua em cada canto da sua boca antes de puxar seus cabelos e beijar seu queixo e pescoço. A cabeça de Victoria pendeu para trás, seus cabelos castanhos caindo pelas costas. — Não minta para mim e não finja. — Ele disse, voltando a olhá-la — Você pode usar sua palavra de segurança quando quiser. Está segura comigo. Assenti seguidamente. As mãos dele relaxaram, soltando o cabelo dela e descendo por suas costas. Ele se afastou minimamente e Victória olhou para as calças dele. A protuberância do seu m****o era tão proeminente que ela podia ver seu contorno perfeitamente contra o tecido. Ele era grande. Quando ela tentou tocá-lo, Dominic agarrou sua mão. Sem nenhuma palavra, ele a levou para a sala e os dedos dos pés de Victória se enrolaram no tapete macio. Dominic me virou de costas e abriu o zíper do meu vestido expondo a lingerie que havia por baixo. O material delicado e translúcido mostrava o contorno de seus m*****s, já duros e o contorno de sua b****a, completamente molhada. Ele empurrou o vestido que caiu em um monte aos pés dela. — Você é linda — Ele murmurou, contemplando a visão a sua frente. Dominic levantou as mãos e segurou seus s***s, roçando o polegar nos b***s endurecidos. Victória ofegou, arqueando-se contra as mãos dele, sua b****a se contraindo — Tire seu sutiã. — Ele disse em seguida, com a voz rouca. Os dedos de Victória alcançaram o fecho, ela deixou a peça deslizar por suas costas. Ela viu o peito dele subir e descer; ele parecia estar se controlando para não avançar nela indo devagar como ela pediu. Mas devagar não significava menos intenso. — Não se mova! — Dominic disse olhando nos meus olhos. Senti um tapa leve ser desferido na minha b***a, minha respiração se desregulou e eu deixei escapar um gemido baixinho. — Afaste as pernas Victória. — Ele ordenou beijando o meu pescoço. Afastei as pernas prontamente, sabendo que ele finalmente me tocaria. Uma mão grande dele se fechou em torno do meu seio direito, colando as minhas costas ao seu peito enquanto a outra descia até a minha calcinha, aplicando uma leve pressão em meu c******s através do tecido encharcado. — Tão molhada... Quero ver você ofegar desse jeito sentando no meu p*u. — Ele disse com a voz extremamente rouca no meu ouvido. Tombei a cabeça contra o peito dele, soltando um pequeno gemido enquanto seus dedos esfregavam seu c******s delicadamente através do tecido fino. — Tire sua calcinha — Ele mandou, os lábios roçando sua orelha. Dominic afroxou um pouco seu aperto apenas para que ela pudesse fazer o que disse. Deslizei minha calcinha pelas pernas, jogando a no chão. Deixei um gemido escapar tanto de t***o como de frustração. Eu disse que não me entregaria e agora estou aqui pagando com a língua. — Fique em silêncio — Dominic passou os dedos pela minha b****a. Ciri apertou os lábios para não gemer, pulsando em torno de nada. Ele continuou a correr os dedos para cima e para baixo em minha entrada, coletando o que podia da excitação, e certificou de não tocar em seu c******s, que ele sabia que era mais sensível. — Abra a boca — Ele pediu quando a virou de frente para ele novamente, seu tom sombrio enviando calafrios pelo seu corpo. — Olhando nos olhos azuis dele, Victória abriu a boca, devagar. — Prove — Ele colocou um dedo em minha boca me fazendo sentir o meu próprio gosto. Sua mão livre acariciando suavemente meu cabelo. — Boa garota — A forma como ele me olhava, acendeu o inferno dentro de mim, arrancando qualquer inibição. Quando os dedos de Dominic deslizaram de sua boca, Ciri agarrou seu pulso e o colocou a mão entre suas pernas novamente. — Continue — Implorei, a minha voz estava rouca e trêmula. Eu o queria freneticamente, como se a minha vida necessitasse disso. Eu estava obcecada, insaciável. Ele sabia disso e o excitou ainda mais. Ele adorou o jeito que ela implorou, suas pupilas dilatadas e a voz trêmula, mas tudo o que ele fez foi soltar uma risada baixa. — Quem controla tudo aqui, bonequinha? Ele se inclinou, olhando para ela. Dominc subiu os dedos pela barriga até envolver a mão em volta da garganta dela. — Você! — Ela conseguiu soltar em um pequeno sussurro. Ele beliscou um de seus m*****s em resposta. — Sou eu quem decide o que fazer com você — Ele falou com a voz carregada de t***o — E você não vai gozar tão cedo depois disso. Frustada, trêmula e ofegante era como eu me encontrava no momento. — Se ajoelhe! — Seu tom de voz era grave, porém baixo. Me ajoelhei prontamente, sabia o que ele diria a seguir, justamente o que fiquei insegura em aceitar no contrato. Agora, sem a calcinha para impedir, sua lubrificação estava descendo pela parte interna de suas coxas. Ela nunca se sentiu tão molhada. Todo esse jogo de poder era novo, e o fato dele ainda estar completamente vestido enquanto ela estava nua fazia tudo ainda mais intenso. Não consegui esconder minha surpresa quando Dominic me circulou e se ajoelhou atrás de mim, com as pernas mais afastadas. Nós íamos t*****r aqui? No tapete da sala? — Nós não podemos, a Cristal pode descer e... — Ele colocou o dedo na minha boca, um sinal para que eu me calasse. — Afaste as pernas. — Ele disse autoritário, respirei fundo e relaxei contra o peito quente dele, permitindo deslizar meus joelhos para os lados no tapete macio. — Mais — Dominic mandou, dessa vez puxando os meus m*****s. Obedeci afastando as pernas ainda mais. Dei um suspiro trêmulo quando o ar tocou sua b****a com mais intensidade. Nessa posição, bastava ele deslizar os dedos para baixo para tocá-la entre as pernas, sem nenhuma barreira, ela estava tão aberta e pronta. Totalmente pronta. Victória fechou os olhos e empurrou sua b***a para trás, a fim de um contato a mais com seu p*u, mas Dominic segurou sua cintura com firmeza, sem esforço mantendo os quadris dela parados. — Não mandei você se mexer — Sua voz não podia ser mais áspera. Imediatamente me inclinei para frente, gemi baixinho quando ele passou a língua da minha espinha até a base do pescoço. Ofeguei, minhas mãos apertando os pelos do tapete. Todo meu corpo se arrepiou e meus m*****s endureceram ainda mais, chegando a ser doloroso. — Fique de quatro — Geralt falou, não dando espaço para a minha mente processar o comando quando sua mão quente se espalmou entre as minhas omplatas, me pressionando a fazer o que ele havia ordenado. Victória só queria tudo o que ele tinha para dar. Talvez esse fosse o ponto, Dominic a provocaria assim até que ela cedesse e ficasse maleável em suas mãos. Se esse fosse o ponto, ele conseguiu. Ela se colocou como ele queria, sua b***a no ar e os antebraços no chão. A posição deixou as costas arqueadas, sua b***a e b****a escorregadia, inchada e vermelha em exibição e prontas para serem tomadas. Isso arrancou um gemido dolorido da garganta de Dominic. — Você tem noção do quanto sua b****a está molhada? —Sua voz era muito mais rouca que o normal e Victória se deleitou com a mão escorregadia acariciando sua b****a inchada, seus dedos longos brincando com os fluidos que estavam vazando dela, espalhando sua excitação. — Eu fiz uma pergunta — Ele deu um tapa em minha i********e, soltei um gemido baixo. A intenção dele é me enlouquecer, as provocações do Dominic estão mexendo com a minha mente de uma forma tão intensa. — Sim... Eu tenho. — Sussurrei em resposta. — Vista-se e volte para o quarto, continuaremos quando você estiver sóbria. — Não, Dominic, por favor! — Ele se levantou e estendeu sua mão, a segurei e me levantei. — Me obedeça Victória, não quero lhe castigar no primeiro dia. — Eu estava p**a e com t***o. Catei minhas roupas no chão, me vesti e sai caminhando até o quarto. [...] Me forcei a levantar da cama, tomei um banho e desci para tomar o café da manhã. Ele estava lá, Cristal sentada ao seu lado com um sorriso no rosto. — Bom dia mamãe. — Ela disse animada. — Bom dia pequena. — Encarei Dominic que levava uma xícara de café a boca. — Tome um café, Diana irá lhe dar um remédio. — Concordei me sentando ao lado da garotinha. — Eu posso sair um pouco? — Perguntei. Eu precisava ver as meninas na boate, depois que o Dominic me trouxe para cá não pude ter mais nenhum contato com elas e eu sinceramente devo muito às três. — Posso saber pra onde você quer ir? — Seu tom irônico quase me fez revirar os olhos. — Na Lux, queria ver as minhas amigas. — Termine de tomar o seu café, irei te levar e resolver algumas coisas lá. — Concordei. — Pai, eu posso ir também? — Eu e a Victória vamos para um lugar de adultos abelhinha, mas quando nós chegarmos vamos passear. A forma que ele a olhava e tratava era incrível, entendo o motivo dela gostar tanto dele. Tomei o café e comi um pedaço de bolo. — Você está com pressa bonequinha? — Eu tinha certeza que ele estava debochando de mim, só não sabia o motivo. — Qual é o seu problema? — Perguntei, ele negou dando de ombros. — O que você realmente quer ver na Lux Victória? — Ele deixou a xícara na mesa lentamente — Tenho certeza que não são suas amigas, espero que se lembre de todas as cláusulas do contrato. — Eu tenho caráter Dominic, me poupe! — Vamos! >>> @aut.izzamarques
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