Mania boba de colocar a mão no que não e seu. _____________________________________ Lux não sentia suas pernas, uma noite e praticamente um dia em claro. Seu corpo agora estava molhado, por uma camada de suor que impregnava ela e se misturava com a sujeira da cela, ela encarava o homem sentado na poltrona, como uma garrafa quase por meio do maldito ** brilhante, parecia uma lâmpada cintilante. Mas não era. Era sofrimento brilhante. Lux riu baixo com o pensamento. - Algum problema, querida? - Não me chame de querida! - O homem sorriu, se levantando e se aproximando. - Eu não consigo mais, acabou - Ela sorriu, com a dor irradiando por todo seu corpo. - Esta de noite de novo, gosta de noite? - O silêncio prevaleceu. - Sempre colecionei coisas valiosas, você é uma delas, não sei se qu

