Com cuidado, deixo os lábios de Marcus e sigo um caminho de beijos pelo seu pescoço, minhas mãos percorrem suavemente seu peito, e aperto sua pele com desejo. Descendo do seu colo, agacho-me de joelhos diante dele na cozinha, enquanto seus olhos me devoram com malí'cia. — Ahh, como adoro quando você fica assim, faminto e selvagem, além de tão duro… — ele sorri, segurando meu queixo e fitando meus olhos. O clima está quente, comigo nu'a e ele semi n'u na cozinha, enquanto Ítalo e Raquel estão no quarto. Ao lado de Marcus, manter a compostura é um desafio. Ele me ergue à sua frente, aproximando-me do seu corpo. Sinto sua língua deslizar pelos b***s dos meus sei'os, e não consigo evitar ge'mer baixinho, sentindo a adrenalina de estar fazendo o certo no lugar errado. — Gosta disso, não gosta

