Léa Era reconfortante estar em casa, onde me sentia completamente à vontade na companhia de nossos entes queridos. Desejava ardentemente que nada nem ninguém perturbasse a serenidade que reinava naquele espaço. No entanto, a presença abundante de seguranças ao nosso redor era um lembrete constante de que a tranquilidade não estava assegurada, e que ameaças pairavam sobre nós. Descemos para a cozinha, onde minha irmã estava ocupada preparando uma xícara de café. Enquanto Marcus e Andrew se dirigiam à sala, eu me aproximei dela, envolvendo seu ombro com um abraço afetuoso. Sua resposta foi um sorriso gentil que aqueceu o ambiente, como se nossos laços familiares fossem o refúgio que precisávamos naquele momento de incerteza. — Você não acha que é hora de repousar um pouco? — comentei com

