Após termos arrumado tudo, já era tarde da noite quando partimos de Santos e começamos nossa jornada de volta para São Paulo. Eu não conseguia evitar o sorriso no rosto, sentada ao lado de Marcus, que ouvia música e compartilhava planos sobre os lugares que pretendíamos visitar com mais tempo. O vento salgado do litoral ainda se misturava com o calor da nossa paixão. Olhei pela janela do carro e vi a cidade costeira se afastando gradualmente, uma visão que me enchia de gratidão e nostalgia ao mesmo tempo. Marcus dirigia com confiança, uma mão no volante e a outra entrelaçada na minha. Era como se o mundo ao nosso redor desaparecesse, e éramos os únicos passageiros dessa jornada. As conversas silenciosas que tínhamos só fortaleciam nosso vínculo. À medida que nos aproximávamos de São Paul

