À medida que caminhávamos pela rua, a expectativa de encontrar o pequeno Davi só aumentava, deixando-me ainda mais ansioso. As palavras da irmã de Jessica, dizendo que ele se parecia comigo, mexeram profundamente com minhas emoções. Já me sentia como se fosse o pai daquela criança. Quando finalmente chegamos à porta da casa que a irmã de Jessica indicou, Raquel apertou minha mão com força, demonstrando o quanto ambos ansiávamos por aquele momento. A mulher abriu o portão, e duas crianças vieram correndo até ela, cheias de entusiasmo, falando coisas aleatórias sobre o pai e a avó. Após dar atenção aos meninos, ela se voltou para nós, acenando para que a seguíssemos. E assim o fizemos, ansiosos por esse encontro. Adentramos a casa e a seguimos, com corações acelerados. Ao entrarmos no qua

