Capítulo 37

1191 Palavras

Saio do galpão apoiando minhas mãos nos joelhos, inspira do fortes lufadas de ar, sentindo lágrimas escapar dos meus olhos fechados. A porta abre novamente. - Estava disposto em matar uma criança se ele não fizesse o que que queria – acuso sem me mover. - Era necessário. - Matar uma criança!? – Forço uma risada – Será pai em sete meses! Como se sentiria se alguém ameaçasse seu bebê? - Isso nunca aconteceria – rebate sem hesitar. Fico ereta ainda respirando pela boca. - O mundo real é baseado no que viu lá dentro – diz sério – Se quiser manter sua família viva e você, é melhor começar a se acostumar - Em seguida ele caminha em direção ao carro. De volta para a boate, me sento na cama com ambas as mãos em meu rosto, me recompondo com um longos suspiro. Pego o celular de Katerina, li

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