Alejandro olhou todo o apartamento. Não havia ninguém, além de nós. Ele volta para a sala de estar, batendo os braços ao redor do corpo, soltando o ar dos pulmões. - Não tem ninguém. Abro e fecho minha boca, ainda assustada, tentando formular alguma palavra. - Mas tinha... - Você deve ter dormido na banheira e acabou... - Não dormi na banheira! – vocifera apertando o cabo da faca. Os olhos de Alejandro se fixam em minha. - Me dê a faca – pede baixo. Inclino a cabeça para o lado, sentindo às dobras dos meus dedos doerem. - Está assustando Aide. Eu não era Katerina!, grito em minha mente, por quê estava agindo como se fosse? Amedrontada? Com medo que alguém saísse do armário e tentar de me matar. Estendo a faca. Alejandro a pega sem hesitar, dando um passo para trás. - Aide – ch

