Entramos no apartamento com Alejandro carregando Aide dormindo em seus braços. Fecho a porta atrás de mim em um click baixo, seguindo-os pelo corredor. Alejandro substitui o vestido por uma camisola rosa. Ainda sonolenta, Aide sorri para o pai, se acomodando na cama. - Ela está crescendo – comenta baixo, observando-a dormir - Parece que foi ontem que chegou com ela. Encosto a cabeça na porta, os braços cruzados sob o peito. - ... ela tem sorte de tê-lo como pai, Alejandro – murmuro atraindo seu olhar. Ele se aproxima, inspirando profundamente. - Você também é... hã... - Não. Definitivamente... – Katerina não foi uma boa mãe e continuaria não sendo se estivesse viva – não sou uma boa mãe. Ele ergue o contorno do meu rosto com a ponta do dedo. - Ainda dá tempo de ser e não me disse

