_ Insinua que meu próprio pai a matou? _ Afirmo que foi assim. _ Pode provar o que diz? Luc já ia dizer que como homem de honra sua palavra valia mais que qualquer prova, quando uma voz tão amada e tão conhecida sua se fez ouvir. _ Eu posso! – Disse Salar se aproximando em seu cavalo e emocionado, entregou-lhe a carta de Ale._ Espero que reconheça a letra de seu...”pai”.- Disse sarcástico, mas com timbre rouco e voz emocionada. Gabriel a pegou desconfiado e ao terminar de lê-la, sua expressão passou de profunda tristeza, para um ódio assassino. Olhou para aquele que agora sabia ser seu pai. _ Devo partir de volta. Tenho uma estratégia com os aldeões, mas precisava saber primeiro se valeria à pena lutar... Ao teu lado. _ Não deve ir! Ele o matará!- Liza implorou ao ouvir suas palavra

