Quando a penetrei, agarrei-a pelas coxas e fiz com que ela se movesse para cima e para baixo rapidamente. Alice estava gemendo alto, e provavelmente poderíamos ser ouvidos por toda a casa, o que poderia causar problemas, mas eu não conseguia pensar nisso agora. Como era delicioso tê-la em cima de mim, estar dentro dela. — Eu te amo. Sussurrei sem pensar, emocionado pela maneira como ela se movia e olhava para mim. — Alice, eu te amo. Um brilho um tanto malévolo cruzou o seu olhar, fazendo-me arquear de prazer. — Eu quero te morder. Ela ronronou. — Faça isso. Eu disse, virando a cabeça para a esquerda. — Faça isso, querida, você tem que fazer isso. Alice não pensou duas vezes e mordeu o meu pescoço. A sua mordida não foi dolorosa, mas pude sentir a sua possessividade nela. Sem dizer na

