Demos as mãos e descemos rapidamente. Ela não estava na sala, e o silêncio se tornava cada vez mais profundo. Infelizmente, Gretta e os outros não estavam em casa, tinham ido limpar a casa grande. — Não, não, onde ela está? Eu perguntei, angustiada. — Não, espere. David me interrompeu. — Cozinha. Caminhamos lentamente em direção à sala de jantar. Num canto, a porta da cozinha estava aberta, revelando farinha por toda parte e a nossa filha perto da janela, brincando de assar biscoitos. — Acho que demoramos muito para ir ao supermercado. Eu disse que doze horas eram imperdoáveis. Murmurou David, contendo o riso. — Papai! Mamãe! Ela gritou, olhando para nós com os seus lindos olhos cinzentos e cabelos cobertos de farinha. — Biscoitos! Por um momento, fiquei tonta pensando em quanta limp
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