Yan acerta com a médica os valores da consulta, e pega o telefone de um psicólogo. Volta para o quarto e Isabelle está do mesmo jeito que a deixou. - Como você está? - Pergunta se aproximando dela. Isabele sentia uma confusão dentro de si. Estava feliz por estar bem, viva e ainda virgëm. Pelo menos aquele homem asqueroso não conseguira tirar o que ela considerava de mais valioso. - Viva. - Força um sorriso. Yan se aproxima e vê os seus olhos marejados. - Me desculpe. Se eu soubesse que aquilo poderia acontecer, nunca a levaria para aquela casa. - Isabelle funga. - Não é culpa sua. - Ele pega a mão dela. - Venha. Você precisa de um banho, para relaxar. - Isabelle se encolhe e Yan, engole seco com tristeza, ela já não era mais tão receptiva e sem maldade. - Vou preparar a banheira para

