Cap 38

2670 Palavras

Lorena chega a casa do pai e vai até o quarto dele, nervosa. Ele nunca pedia a presença dela e pelo que Diego falara, parecia que ele queria perdão para morrer em paz. E isso doía em seu interior, afinal não tivera o amor do seu pai e agora se fosse preciso, perdoaria-o. Na verdade, já o perdoara, não guardava rancor. - Lorena! - O sorriso de Eduardo para ela a atingiu mais do ela imaginava. Os seus olhos marejaram e ela fraquejou. - Eduardo... como está? - Perguntou se aproximando da cama do homem, vendo os olhos roxos, e o queixo ainda avermelhado, o braço enfaixado. - Melhorando, melhorando... - Ele diz sorrindo. - Obrigado por virem. - Que isso! O senhor é meu pai. - Lorena segura o choro. Eduardo a encara e ela não saberia decifrar os seus pensamentos. - Venha aqui. - Ele estende

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