GRAÇA
franziu a testa para o e-mail. Era incomum para o Rei Implacável querer outra transação tão cedo. Ele geralmente mantinha dois, três no máximo por mês.
Este seria o seu quinto. Reli o e-mail dele.
PARA: O FANTASMA De: Rei Implacável
TENHO OUTRO LOTE. INTERESSADO?
K
ERA PERIGOSO. NÃO QUERIA ATRAIR ATENÇÃO PARA MIM. A TI
foi a razão pela qual ambos concordamos que manter duas transações por mês fazia mais sentido comercial quando iniciamos esse relacionamento comercial. E aqui estávamos nós, m*l passou meio mês e ele já estava pedindo o quinto
transação. Eu odiava recusar, sabendo que nos renderia um bom dinheiro, mas seria pior se perdêssemos tudo por ser imprudente.
Sim, tínhamos tudo guardado e guardado, mas
não adiantaria nada se fôssemos mortos ou presos.
“ O que foi, Graça?” Ela me perguntou. Eu levantei minha cabeça para encontrar seu olhar.
Matteo estava tirando uma soneca, então nós dois trabalhamos. "Você está franzindo a testa, então eu sei que algo está acontecendo."
“ É o Rei Implacável.” Ela ergueu a sobrancelha. Normalmente, gostávamos de ouvir dele. “Ele quer outro lote limpo, mas é o quinto este mês. Eu só acho que é muito arriscado.”
“ Apenas diga não a ele então.” — Mas você concorda?
Ela encontrou meus olhos. "Eu concordo com você. Eu sei que você gosta de trabalhar com ele
e ele paga bem. Mas não vai nos ajudar se formos pegos.”
Eu balancei a cabeça. "Vou apenas dizer a ele que não podemos fazer isso."
PARA: RUTHLESS KING
De: O Fantasma
DESCULPE, NÃO POSSO FAZER OUTRO ESTE MÊS.
G
DESLIGUEI MEU PORTÁTIL. EU NÃO
QUERIA RECEBER OUTRO E-MAIL
DELE
e ser tentado. Provavelmente era melhor se eu não verificasse nenhuma mensagem nas próximas duas semanas. A tentação era uma c****a e ceder ao
Rei Impiedoso para chegar a essa luz no fim do túnel rápido demais poderia ser perigoso. Para meu filho, Gabriella, e para mim. E trabalhamos muito duro para nos mantermos seguros.
Por que ele mudou sua regra mensal? Talvez ele tenha perdido alguns de seus outros contatos. De qualquer forma, nada disso era nossa preocupação. Eu não pude deixar de pensar sobre o que estava impulsionando sua necessidade. Ao contrário de outros corredores, nunca me conectei com nenhum de nossos clientes por telefone. Ella e eu mantivemos tudo por meio de mensagens de e-mail com script. Cada e-mail que enviei foi curto e direto ao ponto. Eu nunca
divulguei o que fizemos, mantendo a linguagem vaga. Mas em tempos como esses, era difícil não pedir detalhes. Seria mais fácil e seguro discutir por telefone, mas eu não estava disposta a revelar acidentalmente nada sobre nós. Tínhamos que fazer isso por mais alguns anos e então estaríamos fora do jogo.
Ruthless King ou qualquer outro cliente não importaria mais.
Ella e Matteo eram meu mundo inteiro.
Cuidamos um do outro
porque ninguém mais cuidaria de nós. Foi uma lição que aprendemos da maneira mais difícil.
DUAS HORAS DEPOIS, MATTEO E eu
estávamos saindo pela porta. "Vejo você mais tarde, Ella", eu gritei antes de fechar a porta atrás de mim.
Estávamos em nosso pátio quando vi Lúcia no pátio vizinho.
Ela estava em seus setenta anos, mas uma
grande mulher. Quando nos mudamos para cá, ela
nos deu uma chance e nos deixou alugar esta casa. Esta pequena comunidade era muito unida e desconfiada de estranhos. Era o que tornava perfeito viver aqui.
“ Ei, Lucia,” eu cumprimentei meu senhorio.
O inglês de Lucia era outra
vantagem. Tinha um forte sotaque, mas não importava para nós. Permitiu-nos comunicar.
Ela me deu um grande sorriso. "Indo para a praia?"
“Eu desejo,” eu disse a ela. "Mercado."
Ela se aproximou. “E como está nosso menino, Matteo, indo?” Matteo mexeu animadamente. “Acho que isso significa que ele está indo bem.”
"Eu acho que você está certo", eu concordei. Deus, foi bom ver todas as pessoas felizes ao meu redor.
Lucia entregou um biscoito ao meu filho. Ela sempre os mantinha com ela, apenas para ele.
"O que dizemos, Matteo?" Eu o lembrei.
“Grazie.”
Lúcia sorriu. Ela adorava quando ele respondia em italiano. Eu ri.
"Bom trabalho."
“ Onde está sua irmã?”
“Ah, ela está se preparando.” Inclinei-me e sussurrei. “Ela tem um encontro
esta noite."
Todos na ilha acreditavam que Gabriella e eu éramos irmãs. Era
mais fácil assim. Além disso, mesmo se fôssemos irmãs, não poderíamos estar mais próximas.
Certas experiências na vida o aproximaram mais do que o sangue jamais poderia.
Ela riu. “É melhor ela ter cuidado com os meninos italianos. Eles são selvagens e imprudentes.”
“ Eu continuo dizendo a ela o mesmo, mas ela não vai ouvir.”
"E você querido? Alguma data para você?” Lucia era intrometida, mas para alguns razão pela qual eu não me importei. Era um intrometido de bom coração.
Eu joguei. “Eu tenho um agora.” Apontei para o meu filho. "Ele é o melhor- olhando cara ao redor.”
“Sì, sì. Que ele é.”
“Ok, é melhor eu ir. Você precisa de mim para trazer-lhe alguma coisa de volta
do mercado?”
Ela pensou por um segundo, mas depois balançou a cabeça. "Eu acho que não." "Até mais tarde então."
Coloquei Matteo em seu carrinho e começamos nossa caminhada em direção ao mercado. A brisa era boa, vindo direto do mar Tirreno. A cor
do mar me tirava o fôlego todas as vezes. Era turquesa e claro, de
onde se vê o fundo do mar. E aquele cheiro salgado que permanecia no ar, não importava a época da estação, era simplesmente viciante.
“ Buon giorno, Gracy.” O dono da sorveteria me cumprimentou com um grande sorriso desdentado. Todos na Itália pareciam ter problemas em
pronunciar Grace, então me tornei Gracy. Houve momentos em que me preocupei em manter meu primeiro nome, mas considerando que Grace não era realmente um nome incomum, decidi não mudá-lo.
Acenei e sorri. “Buon giorno, Paulo.” "Sorvete?" Sorvete.
Eu ri. A hora do jantar não era por mais uma ou duas horas. se tivéssemos gelo creme agora, Matteo nunca comeria seu jantar. "Talvez mais tarde. Depois do jantar." Ele sorriu. Já tivemos essa conversa várias vezes. Ele acreditou nisso
nunca foi um mau momento para sorvete. Eu continuei, mas a consciência fez cócegas no meu pescoço. Meus olhos procuraram meus arredores. Não pude deixar de sentir que estava sendo observada. Olhei ao meu redor várias vezes, mas não vi ninguém.
Provavelmente paranóia , assegurei a mim mesma.
Continuamos andando e, em instantes, o mercado se espalhou à nossa frente. Mas a sensação não diminuiu. Na verdade, crescia a cada segundo. Em vez de aproveitar meu passeio pelo mercado como costumava fazer, rapidamente peguei os itens que precisava e cortei meu passeio. Para desgosto de Matteo.
Se ao menos eu confiasse no meu instinto!