Empurrando a camisa de seus ombros, eu a deixei cair silenciosamente no chão e seu peito magnífico em plena exibição. Apertei um beijo em seus lábios e fechei os olhos, saboreando o gosto dele, guardando-o na memória. Seu coração martelou sob meu toque, combinando com meu próprio pulso. Ninguém antes dele jamais comparou. E não haveria ninguém atrás dele - nunca. Eu arrastei meus lábios sobre sua pele morena morena, descendo por seu pescoço. Minhas mãos alcançaram seu cinto, meus dedos se atrapalhando com ele e os botões de sua calça, ansiosos para se livrar de suas roupas. Logo suas calças seguiram a pilha de roupas descartadas no chão. Continuei a trilha por seu abdômen esculpido. Ele podia ter quarenta anos, muito mais velho que eu, mas ninguém podia negar que Luciano

