LUCIANO Levamos duas malditas horas para sair da maldita cidade. Eu verifiquei meu pai e filho, eles estavam seguros. “ Traga-a para casa, filho.” Meu pai amava Grace como sua própria filha. Fomos uma família o tempo todo, mas eu estava muito cego pela raiva para ver isso. Agora eu sabia e queria fazer tudo melhor, aproveitar o resto da minha vida com ela. Tenha mais bebês, veja Matteo crescer e ser um bom homem. E ele iria, porque ele tinha sua mãe nele. “ Eu vou trazê-la para casa, pai,” eu prometi. “Fique seguro e dentro de casa com seu neto.” Ainda parecia surreal. “Lorenzo manterá o complexo seguro. Assim que eu a tiver, vou trazê-la para casa. Ela vai querer ver nosso filho seguro e feliz.” E eu a faria feliz. Como se eu devesse fazê-la feliz desde o momento em q

