CAPÍTULO 29 MARINA Eu olhava aquela cena toda passando diante de mim, e tudo o que eu conseguia fazer era gritar para que eles parassem, e quando o levaram, senti o meu coração indo junto com ele, me encolhi entre o sofá e lareira e abracei o meu próprio corpo, eu o havia perdido, sei que foram apenas alguns minutos que se passaram, mas pareciam horas até que o celular de alberto tocou. —Tem certeza?—ele inquire ao telefone—Ótimo. Ele desliga o celular e me olha sorrindo como o próprio d***o, aponto a ama que consegui pegar sobre a lareira enquanto ele estava de costas no telefone, para ele, ele continua rindo. —Marina, solte essa arma, você sempre foi uma fraca, isso não vai mudar agora, deixe a arma onde estava, o seu protetor está morto, não tem mais ninguém para defender você, o

