CAPÍTULO 33 GISELLE Quando abro a porta do apartamento de Zyan, o qual todos nós que ele havia apelidado de torre da justiça tínhamos a chave, dei de cara com Marcos saindo do banheiro enrolado em uma toalha branca. —Uau, uma visão dessa logo pela manhã—digo colocando a minha bolsa sobre o sofá. —Pode pegar se quiser—ele diz colocando a outra toalha que secava os cabelos longos em volta do pescoço. A visão desse homem, só de toalha, exibindo as suas tatuagens e músculos, deveria ser proibida, isso causa arritmia cardíaca. —E se eu quiser mais do que tocar—digo caminhando na sua direção. Ele me puxa, fazendo com que o meu corpo encoste no dele, e posso sentir a sua ereção encostar na minha barriga. —Você pode fazer o que quiser, estamos sozinhos aqui, e eu tenho alguns bons minutos

