CAPÍTULO 22 MARINA Quando chegamos à mansão, Alberto não estava, Zyan verificou tudo e levou a minha mala até o quarto, olhei para ele e sorri. —Vou descer antes que eu lhe jogue nessa cama e faça uma loucura—ele diz sorrindo de lado. —Eu adoraria—digo sorrindo também, ele sai do quarto e desce as escadas, respiro fundo e olho o quarto ao meu redor, mais uma vez eu estava na minha gaiola dourada, na minha prisão de luxo. Fecho os meus olhos e me lembro de todos os momentos que passei com Zyan, das suas mãos passeando livremente pelo o meu corpo, me excitando, me provocando, da sua barba arrepiando a minha pele, me fazendo gemer sem pudor. Eu nunca imaginei que pudesse me soltar assim com alguém na cama, mas ele, o meu guarda costas despertava em mim os mais devassos sentimentos. Camin

