Finalmente o médico me liberou para ir para casa, não estava recuperada mas também não havia problema em ter supervisão no meu próprio lar. Dante ficou comigo o tempo inteiro, não saiu nem sequer um minuto. Parecia que ele estava transtornado, parecia temer que eu poderia sumir caso ele tirasse os olhos de mim por um instante, e isso me deixava preocupada. Ele estava tendo poucas horas de sono e estava longe de suas obrigações por minha causa, me perguntava o tempo inteiro se ele teria problemas na família por causa disso. Seu Celular não parava de tocar, ele não fazia questão de olhar quem era, apenas ignorava. — Deve ser importante.. - Eu murmurei inclinando a cabeça para seu celular e Dante me olhou de canto, enquanto empurrava a cadeira de rodas pelo corredor do hospital. Ele també

