CAPÍTULO 37 Terror narrando Maju entrou atrás de mim, andando devagar e olhando para todos os lados. Eu sabia que, se tivesse contado no carro o que ela encontraria ali, provavelmente teria se recusado a continuar. Por isso preferi trazer ela até aquele lugar. Algumas verdades não precisam ser anunciadas. Precisam ser vistas. O homem que estava nos esperando apareceu no corredor e abriu uma porta lateral. Maju olhou para ele e depois para mim. — Minha mãe não está aqui. — Eu disse que encontrei ela. — Então onde ela está? Não respondi. O homem fez um sinal com a cabeça. — Por aqui. Maju cruzou os braços e começou a andar ao meu lado. O corredor era silencioso. Cada passo parecia deixar ela mais nervosa. Eu não precisava olhar para saber que alguma coisa dentro dela já est

