CAPÍTULO 43 Terror narrando Fiquei alguns segundos observando Maju depois que ela se deitou. A calça me fez soltar um sorriso de canto, porque aquela garota realmente conseguia transformar qualquer coisa em uma situação estranha. Saí para a varanda, acendi um baseado e fiquei olhando o morro em silêncio. A madrugada estava tranquila, mas minha cabeça estava longe de estar. Meu celular vibrou. Peguei o aparelho e franzi a testa ao perceber que era uma mensagem de um número desconhecido. “Você sabe o quanto Maju é importante para mim. Podemos fazer um acordo. Você me entrega a garota e eu garanto que o seu morro não será incomodado. Caso contrário, vamos começar uma guerra.” Li aquilo duas vezes. Depois levantei os olhos para dentro do quarto. Maju dormia. Eu sabia que aquela mensa

