Hwen, Godheim Olhei para cima, como Týr havia gentilmente dito; minha boca abriu em um “O”. Hwen era uma cidade que ficava no topo das árvores. Um emaranhado de casas e comércios sobre árvores unidas por taboas imensas, cumpridas e grossas; eram firmes e, apesar de não haver beirais de segurança, ninguém jamais caía. Os habitantes da cidade estavam acostumados. Até mesmo as crianças corriam por elas sem medo ou sem levar bronca dos pais; era como se eles tivessem um senso de equilíbrio mais avançado que o nosso. – Como chegamos até lá? – Perguntei. – Escalando aquela árvore. – Týr explicou, apontando para uma árvore que tinha taboas pregadas na horizontal, formando uma escada rústica. Ergui minha sobrancelha e fitei Týr. Algo me dizia que aquilo não estava certo, mas ignorei o sentimen

