- Por Luana Tavares - 10 anos depois Chicago, 24 de Junho 2031 — Mãe... mãe... — Ouço do outro lado da porta o Cris. — Não tinha como responder sem que a minha voz não parecesse esgarniçada, tinha as mãos atadas, as pernas abertas e o Henry socando forte em mim. — Sai dessa porta agora!! — era a Ayanna, ralhando o irmão. — Mas Yana eu... — AGORA CRIS!! — Ela grita. O Cris murmura e não sei se ainda está na porta. Peço para o meu marido, tarado por sexo parar. — Agora Lú?? — Agora Henry! Por favor solte as minhas mãos. — Luana, eles aguentam com ele pelo menos 30 minutos... — murmura frustrado. — Ninguém aguenta com ele 5 minutos amor. — ele desamarra a gravata dos meus pulsos e sai de dentro de mim. Senti-me vazia e talvez até mais frustrada que o meu marido. Me levanto arrasca

