O COFRE DE ZURIQUE

1815 Palavras

O ar em Zurique era rarefeito, carregado com o cheiro metálico de dinheiro antigo e o gelo que descia dos Alpes. A Bahnhofstrasse brilhava sob a iluminação de inverno, uma vitrine de opulência que escondia as engrenagens mais sombrias do poder global. Zion caminhava com passos firmes, o sobretudo escuro cortando o vento frio, enquanto Maya se mantinha ao seu lado, o olhar atento a cada reflexo nas vitrines de relógios de luxo. Eles não eram mais os mesmos que fugiram de Nice. Havia uma gravidade nova em seus movimentos, o peso de saber que o sangue de Zion pertencia a um "Sindicato Invisível" que operava acima de qualquer governo. Diante deles, o Banco Von Trapp erguia-se como um monólito de granito e aço. — Este lugar não aceita cartões de crédito ou nomes conhecidos — Zion murmurou, su

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