Nos Salões da Escuridão
A mansão estava envolta em silêncio quando Rosetta recebeu o chamado do Rei Draven. Seu coração martelava em seu peito enquanto ela seguia pelo corredor escuro em direção ao quarto do rei. Ela se sentia nervosa e ansiosa, imaginando o que a aguardava quando finalmente estivesse sozinha com o poderoso vampiro.
Ao entrar no quarto do rei, Rosetta sentiu um arrepio percorrer sua espinha ao ver o Rei Draven sentado em seu trono de ébano. Seus olhos vermelhos brilhavam na escuridão, sua expressão impenetrável enquanto ele a observava se aproximar.
"Rosetta", disse o Rei Draven, sua voz suave e sinistra. "Estou feliz que tenha vindo."
Rosetta engoliu em seco, sua mente girando com uma mistura de medo e expectativa. Ela se perguntava por que o rei a havia chamado, o que ele queria dela agora que estavam sozinhos.
"Meu senhor", murmurou ela, sua voz trêmula.
O Rei Draven se levantou do trono e se aproximou dela lentamente, seus olhos fixos em seu rosto. Ele parecia estudá-la com interesse, como se estivesse tentando decifrar seus segredos mais profundos.
"Rosetta", começou o Rei Draven, sua voz suave e sinistra. "Eu quero saber sua opinião sobre o harém."
Rosetta ficou surpresa com a pergunta do rei, não esperando que ele buscasse sua opinião sobre assuntos tão importantes. Ela recolheu seus pensamentos, considerando cuidadosamente suas palavras antes de responder.
"Meu senhor", começou ela, sua voz hesitante. "Eu acho que... que o harém poderia ser mais... mais acolhedor para as concubinas. Mais atenção poderia ser dada às suas necessidades e desejos."
O Rei Draven assentiu com interesse, como se estivesse considerando seriamente as palavras de Rosetta. Ele se aproximou dela ainda mais, seu olhar penetrante enquanto ele a estudava.
"Você tem razão, Rosetta", disse ele, sua voz suave e sinistra. "Eu vou considerar suas palavras com cuidado. Obrigado por sua franqueza."
Rosetta sentiu um calafrio percorrer sua espinha ao ver a expressão do Rei Draven, sua mente girando com uma mistura de medo e apreensão. Ela se perguntava o que ele faria com suas palavras, se consideraria realmente suas sugestões ou se as descartaria como irrelevantes.
"Você pode partir agora, Rosetta", disse o Rei Draven, sua voz suave e sinistra. "Mas lembre-se, estarei de olho em você."
Rosetta se curvou diante do rei e se retirou do quarto, seu coração batendo forte em seu peito enquanto ela se afastava. Ela sentia um misto de alívio e nervosismo, grata por escapar do encontro ileso, mas ainda preocupada com o que o futuro reservava para ela sob o domínio implacável do Rei Draven.
Enquanto ela retornava ao seu próprio quarto, Rosetta se perguntava o que o Rei Draven queria dela. Ela sabia que teria que enfrentá-lo novamente mais cedo ou mais tarde, que suas interações com ele se tornariam cada vez mais frequentes e perigosas.
Mas, por enquanto, ela se contentaria em respirar fundo e se preparar para o próximo desafio que viria. Com sua coragem e determinação, ela sabia que poderia enfrentar qualquer coisa que o destino lançasse em seu caminho.
E assim, a jornada de Rosetta sob o domínio do Rei Draven continuava, sua coragem e determinação sendo testadas a cada passo do caminho.