CAPÍTULO 24

1813 Palavras

Manuella encarou o seu próprio reflexo no espelho, estava divina, não sabia se estava bem em estar ali, logo ela que falou que não iria, mas estava ali, com um vestido azul, ombro a ombro, na altura do joelho, com o corpo divino nele e nos pés um salto enorme, que não fazia jus a menina que trabalhava durante a semana nas indústrias, certamente ninguém diria sobre o casaco azul dela ou nem se lembraria. Ela abriu a porta e desceu, observando na garagem e fora dali que o lugar devia estar rodeado de gente que ela não conhecia ou também nem fazia tanta importância conhecer. Suspirou fundo. Caminhou pra dentro, observando as pessoas e a música que foi ficando mais alta a a cada passo que ela dava, levando ela até o salão, como ela supôs, cheio e com rostos que ela já até tinha visto, mas a

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