Estava no trabalho quando recebi a ligação de Amanda. Fiquei surpresa, mas atendi na expectativa de que seria algo relacionado a trabalho. Mas o que eu ouvi me surpreendeu mais do que a ligação, era ela me convidando a ir até a sua casa – ou melhor, me intimando. Claro que eu tentei negar, explicar que Aurora não me conhece mais – ela era só uma menina. Por Deus, como eu seria a pessoa capaz de ajudar? Amanda me disse por alto o que aconteceu, me atualizando do estado da filha. Aurora sempre foi uma menina alegre, cheia de vida realmente, risonha e que era um pedacinho de mim também. Ela era como o mascote meu e de Trevor. Saber que a minha morte a abalou tanto me deixa profundamente triste. Por isso, não pude mais negar. Apesar dos meus instintos de proteção próprios, eu passei por

