23 Angelina

953 Palavras

O cobertor começa a deslizar pelo meu corpo. Eu agarro a borda para mantê-lo sob mim e m*l abro um olho. Ainda está escuro lá fora. Há outro puxão no cobertor, mais forte desta vez, e a coberta escorrega entre meus dedos. "Que horas são?" Eu murmuro e enterro meu rosto no travesseiro. "Cinco e meia,” Sergei sussurra no meu ouvido e dá um beijo na minha nuca. “Preciso da sua ajuda com uma coisa.” "O quê?" "Isso." Eu sinto seu corpo pressionando meu lado, seu p*u duro cutucando meu quadril, e sorrio. “Abrimos às sete. Se você quer ser atendido, precisa esperar.” "Oh que vergonha." Seus lábios se movem para o lado do meu pescoço. “Vou ter que me ajudar então.” Eu inclino minha cabeça e abro meus olhos, observando-o enquanto ele pega a gaveta na mesa de cabeceira e tira a faca do

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