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1139 Palavras

Sarah Menezes Russo me abraça com força, afundo meus rosto em seu peito me sentindo bem, deixo meus ombros cair e quando me sinto melhor ergo meu rosto e olho em seus olhos soltando meu ar aos poucos. — Russo, tem coisas no meu passado que eu odeio, quero esquecer e sei que você também passa por isso. — Falo sentindo ele passar sua mão pela minha cintura de uma forma carinhosa. — Mas eu não te cobro, fico na minha e deixo tu com os teus demônios mesmo quando eu quero te enteder e chegar mais perto, então por favor não me force a falar quando você também faz o mesmo. — O bagulho é que eu não fico m*l pelos cantos que nem tu tá. — Ele solta. — Mas se não quer falar e não se sente bem pra falar, pra mim tá de boa. — Tá de boa nada, tu tá puto que eu sei. — Falo e ele sorri de lado. — Tô

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