Saí do prédio um tanto desnorteada, tonta. Meu dia havia começado tão diferente. Eu deveria saber que não é normal se masturbar pensando no seu amigo. Mas tudo na minha vida não é, como eu poderia imaginar? Ao atravessar a rua começo a procurar Graham, não o encontrando em canto algum. É claro que ele não iria esperar. Em sua cabeça eu deveria estar de quatro agora pedindo perdão a Mark enquanto o mesmo me comia. Obviamente não existia possibilidades dele querer algo comigo. Fico triste porque queria abraça-lo, ver seu rosto, tocar em alguma parte inocente da sua pele e ter a certeza que não se tratava de apenas d****o. Sempre foi mais. - Você não demorou. - a voz é de surpresa e o olhar também. Ele parece desconfortável, mas contente em me ver ali. Meu coração desacelera em tranquil

