( Christian )
- Bom eu já vou Christian.
- Não quer realmente ficar e jantar?
- Não querido, preciso ir. Marcamos outro dia.
- Claro.
- Tchau e se cuida e vê se recupera logo essa memória .
- Vou tentar.
Nos despedimos e ela saiu.
- Taylor vai atrás dela.
- Sim Senhor Grey.
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( Ana )
Mia e eu andamos por todas as lojas e ela não tinha encontrado o vestido perfeito.
- Ana e esse aqui?
- Ficou bom em você.
- Não esta sobrando demais?
- Não , caiu super bem.
- Vou experimentar o vermelho.
- Tudo bem.
Olhei para a vitrine da loja e vi que havia um homem olhando na minha direção. Peguei Ted no colo e fui onde Mia estava.
- Aconteceu alguma coisa?
- Não.- menti. - Já resolveu com qual vai ficar?
- Com os dois. - falou empolgada.
Mia pagou pelos vestidos e saímos, Sawyer pegou as sacolas guardando no carro e acompanhou nós duas até a uma cafeteria.
- Estou faminta.
- Eu também. - Ted resmungou e chamei o garçom.
Fizemos os pedidos e ele saiu. Olhei para fora e vi Sawyer do lado de fora conversando com um homem, que parecia mais um detetive.
- Ana o que tanto olha lá fora?
- Nada Mia, pensei que vi um conhecido. - virei para ela e sorri.
- E como vai esse pontinho ?
- Até agora calmo.
- Logo vem os enjoos.
- Nem me lembre.
- Mais relaxa Ana, se depender do meu irmão esse bebê não vai dar trabalho algum, assim como ele fez com Ted.
- Isso é verdade.
- As apostas lá em casa estão grande.
- Não acredito que es tão fazendo isso. - ela afirmou rindo.
Comemos , conversamos e depois fomos pra casa.
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( Christian )
- Christian chegamos. - quando ouvi a voz de Ana, corri para a cama e deitei fechando os olhos.
Ouvi passos e a porta se abriu.
- Olha só Ted, seu pai esta dormindo ainda.
- Papai ! - Ted falou alto e espreguicei como se estivesse acordando naquele momento e esfreguei os olhos.
- Oi, já voltaram?
- Sim, dormiu a tarde toda?
- Não, faz uma hora que deitei.
- Desculpa.
- Tudo bem, se divertiram?
- Sim, comprei algumas coisas para Ted.
- Não vicia meu filho em compras.
- Isso eu deixo pra você, Sr Grey.
- Nisso sou bom, em adquirir coisas. - ela riu jogando a cabeça pra trás.
- Christian você assim até que esta divertido.
- Porque? - franzi o cenho .
- Por que o outro Christian, era meio controlador, dominador, meio zangado.
- Cuidado pra esse Christian não dar as caras de novo.
- Vou gostar se ele voltar, sinto falta do meu dominador favorito.
- Quer que eu seja um dominador?
- Quero, mais vou deixar você se recuperar.
- Baby, quando eu me lembrar do que fazíamos , tenho pena de você.
- Fiquei empolgada agora.
- Quanta saliência Ana.
- Culpa sua. - ela deu de ombros saindo com Ted do quarto.
Como eu queria contar pra ela a verdade, mais não posso. Tenho que descobrir se Elena esta por trás disso.
As sete e meia da noite Taylor entrava na biblioteca com um envelope.
- Senhor Grey, acho que isso vai lhe interessar.
- Deixa-me ver. - ele esticou o braço e peguei o envelope. - Fotos de Elena.
- Sim.
- Quem é esse?
- Jack Hyde.
- Esse filho da mãe, eu pensei que ele já estaria comendo capim pela raiz.
- Parece que não Senhor, eles foram visto hoje perto de onde Ana morava com Kate.
- Filha da ... não acredito que ela mentiu pra mim, Elena eu vou...
- Acalme-se Senhor.
- Quero que seguem ela por onde ela for, quero mais provas, quero a cabeça da Elena e do Jack em uma bandeja de prata.
- Como quiser Senhor Grey, com licença.
Ele saiu e me joguei na poltrona cansado .
- Acalme-se Grey, acalme-se ... pensa, pensa. Como vou acabar com você Elena?
- Papai!
- Ted, o que foi? - ele levantou a mãozinha chorando. - Que isso?
- Mamãe sucou?
- O quê?
- Mamãe caiu e sucou.
- Ana. - peguei Ted no colo e saí correndo da biblioteca. Encontrei Ana sendo aparada por Gail. - O que aconteceu?
- Escorreguei nesse tapete, ele não estava aqui hoje mais cedo.
Ela andou com dificuldade até ao sofá e a ajudei a se sentar.
- Você o colocou ali Gail?
- Não Senhor Grey.
- Tudo bem, eu tomo conta daqui. Obrigado.
- Com licença.
Ana gemeu colocando a mão na cabeça e vi sangue.
- Ana tenho que te levar no médico.
- Não precisa.
- Você bateu a cabeça, precisa ser examinada.
- Christian eu estou bem.
- Vamos ao médico. - levantei e estendi a mão para ela.
- Christian ...
- Ana, vou te levar. - peguei ela no colo e saí de casa, acomodei ela no banco da frente e sentei no lado do motorista e liguei o carro. - Esta sentindo alguma coisa?
- Só dor na barriga.
- Merda. - resmunguei. - Quando eu descobrir quem colocou aquele tapete na escada, essa pessoa vai ver quem é Christian Grey. - alterei a minha voz.
- Christian, não precisa falar essas coisas.
- Não precisa? Você podia ter quebrado o pescoço Ana ou algo mais sério.
- Eu estou bem.
- Só vou ficar tranquilo, quando chegarmos ao hospital.
Ana passou por alguns exames e o médico disse que ela e o bebê estavam bem e passou um analgésico para ela tomar, caso tivesse dores de cabeça. Fiquei mais aliviado e só assim voltamos pra casa.
- Aquela hora no carro, agiu como agia antes.
- Como? - desviei os olhos do transito.
- Você agiu como agia antes do acidente, pensei que tinha recuperado a memória.
- Só agi por extinto.
Ela ajeitou no assento do carro e fitou a rua pela janela do carro.
Me senti um babaca por mentir assim pra ela, Ana não merece isso. Não merece ser enganada por mim.
Meninas aí está, mais tarde tem mais um ... beijos e comentem
Flor