Ao entrar no mar fui direto para a próxima atividade que aconteceria dentro da gruta, éramos apenas 4 pessoas que restavam para realizar a última, parte do exame.
Fomos divididos em dois grupos eu com a garota de nariz empinado que todos a chamavam de Arraia. Ariel ficou com o irmão de sua amiga sereia, o cara que a Arraia gosta.
Dessa vez fomos, assistidos por, todos os pais inclusive o pai dos gêmeos e da amiga de Ariel estavam com sua carruagem pulsada, por um golfinho, que me encarava e lutava para se soltar da carruagem.
Meu grupo foi o primeiro e eu venci a Arraia.
O gêmeo fofo que foi com Ariel venceu também.
Então a final seria entre nós dois.
- Não vou pegar leve com você, só por ser muito gostosa, depois da minha vitória o que acha de ficarmos juntos.- Ele fala.
- Você fala demais, não me subestime eu digo fazendo desdém dele.
A tutora: que batalha comece!
Ele me fez rodopiar dentro do mar e eu lutei para sair daquele redemoinho, que me puxou para baixo.
Mas quando olhei em volta um golfinho vinha em toda velocidade, até mim. Pensei comigo ele vai trombar em mim. Fechei os olhos esperando o impacto, então senti algo queimar nas minhas nadadeiras o que antes era um cinza quase morto ficou um quase roxo brilhante e senti uma queimadura vindo das minha lombar, a mesma sensação de quando recebi a Águia mística em meu ser. Será que aquele golfinho é um ser místico também que me escolheu para se unir a mim.
Quando abri meus olhos só a ponta da calda estava na água, mas minha cintura para cima está fora dela. Então ouvi uma voz interior me dizendo enfim nos unimos.
Todos ao meu redor me olhava perplexo, até que o gêmeo que lutava comigo me lançou mais um golpe e eu o parei com a mão com a outra aumentei a quantidade daquela bola de água que ficou gigante e joguei nele. Ele?
Bem! foi parar no fundo da carruagem do pai com isso, a tutora nos passou.
Mas me disse agora você ganhou uma responsabilidade maior. Além de proteger os céus, você também fará o mesmo pelos mares e seus habitantes.
Olho para ela e dou minha palavra que sim.
- Agora volte para a terra, pois sua formação, ainda não terminou, você passará por mais dois elementares.
Saiu do mar e volto para terra indo, direto para o dormitório das meninas no acampamento doida para dormir em uma cama quente e macia.
Ao chegar lá vi que não havia ninguém entrei no quarto e vooei diretamente para minha cama então dali adormeci. Acordei com uma das minhas colegas a me chamar.
Luz é a primeira que escuto a me chamar, onde, você estava Júlia? Ainda grogue responde em algum lugar nesse amplo acampamento.
-Sem querer interromper seu sono de beleza, Júlia, mas o senhor Terra anda nervoso com sua ausência. Fala Rosa!
- Quem é o senhor Terra? pergunto a Rosa.
É o novo Tutor que dará aulas sobre o elementar da terra ele vai substituir a professora Flora por algum tempo então é bom não irmos a aula dele.
Me levanto da cama em protesto e vou em direção a porta.
- E desde quando as meninas resolveram falar comigo novamente? -pergunto!
- Desde que você andou sumida, ficamos preocupadas, onde esteve? pergunta Luz
- Tive algumas aulas isoladas que ninguém podia saber. Digo.
- Que tipo de aulas? Fala as duas ao mesmo tempo.
- Infelizmente não posso falar nada delas.
Foz nós três para uma estufa, um professor velho e ranziza nos esperava. Ao me ver diz:
- Enfim terei o ar da sua graça.
Fiquei desconfortável com sua palavra.
Mas fiquei atenta a tudo o que ele dizia.