O mestre Caule como se esperado de uma princesa milenar, trazer consigo uma flor tão, rara.
-Princesa? Eu pergunto.
Eu disse princesa? Retruca o velho tutor elementar e continua.
- O que eu quiz dizer como uma simples camponesa como, você, trouxe consigo um flor tão rara?
- Se o senhor é Dono de tanto conhecimento não, tenha a resposta para a sua pergunta.
- Como, eu o mera camponesa como o senhor, já disse que sou teria?
Margarida me entrega uma vasilha, com água e diz: Olhe para sua testa e veja o formato de sua flor ancestral!
Pego a vasilha e olho para me testa onde se apresenta uma flor com sei pétalas grandes e algo parecido com uma língua grande e redonda, não, entendo, muito de botânica então para mim aquilo ali seria a língua da flor. A flor toda em tom violeta! A Flor me lembrava muito a mistura de um Copo Leite com uma flor chamada Comigo ninguém pode. No Que ela se assemelha ao Copo de leite é aquele formato que tem no meio que é comprido e que parece ser a língua da planta. E a Flor Comigo Ninguém pode ela se assemelha a cor da flor e ao formato da flor.
Me lembrei de uma coisa sobre a língua da flor é onde fica o néctar, então deve haver outro nome para essa parte da flor.
Olho para a margarida atordoada sem saber o que fazer ou falar.
Mas ela diz, para quebrar o gelo e toda aquela tensão que se formou ali.
- Sua flor tão linda!
- E raríssima, disse o velho tutor elementar.
- E o que o senhor irá trabalhar comigo? Pergunto.
- Você além de poder fazer, crescer essa flor aqui na terra, aprenderá a trabalhar com o elemento da terra. Como reproduzir terremotos, fazer tempestades de areias e tudo o que você, puder aprender sobre o elemento, o poder e a força que a terra tem.
Acho que sua tia irá mandar um ajudante para você logo, logo!
- Tia, que tia?
- Falando demais de novo velho esclerosado? Ele fala consigo mesmo e sai resmungando.
Margarida me puxa para dentro de uma das tocas e saímos em um imenso jardim que no centro havia muitas árvores cheias de casinhas e no meio uma das árvores era, tão grande que não que suas raízes, eram enormes e fazia uma espécie, de escada para, que seus habitantes pudessem subir até suas moradias. Parecia até que a árvore tinha uma ligação, enorme com as outras de alguma forma, apesar de ambas serem de espécies diferentes. Tinhas aroeiras, até uma árvore grande que dá na região do Brasil se minha mente, não me falha das aulas normais as que estou tendo aqui no acampamento, a árvore seria p*u brasil.
Ela me puxou até aquela árvore, grande e disse, vou lhe apresentar a minha família onde você, ficará até aprender o que é seu por direito.
- Que seria? Pergunto.
- Um novo, poder oculto para se unir aos seus outros, três poderes. Ela responde levantando meu braço.
E foi aí que percebi que meus braços tinha como um desenho de escamas. Fiquei imaginando como iria explicar essas escamas, daí me lembrei.
- Só tenha dois poderes elementares o ar e água, com o que vocês irão me ensinar terei três elementares. Digo a ela!
- Se é só isso o que você sabe, então, será só isso que saberás.
Ela me leva, até o topo da árvore, onde tem uma casinha. E lá sou apresentada aos seus pais.
- Margarida leve-a para seu quarto vocês o dividiram.