— Claro, claro — disse ele, erguendo-se, solícito. — Eu já estava mesmo de saída. À porta, quando ele tentou beijá-la, Alyce ofereceu-lhe o rosto. — Boa noite, Alyce. — Boa noite, Greg, e obrigada por ter-me levado ao vernissage. Eu me diverti muito. — O prazer foi todo meu — disse ele, afastando-se. Sozinha na sala, envolta no silêncio da noite, Alyce se indagava se não estaria esperando demais de Greg. Ele era bom: oferecera-se para ajudá-la a angariar fundos para o abrigo, dera-lhe conselhos sobre como convencer o senador Larson a colaborar; dedicava-lhe, sem dúvida, atenção especial. Não podia negar que se sentia atraída por Greg, apesar das diferenças entre eles. Mas estava mentindo para si mesma se não admitisse que ficara magoada com sua recusa em conhecer a Sociedade Beneficen

