Nina — Deixe-me cuidar de você — peço surpreendentemente calma. — Nina, eu não sou uma boa companhia pra você agora. — Por quê? — Ele puxa a respiração como se puxasse um vendaval de dentro de si. — Porque a minha vontade agora é de gritar e de esmurrar alguém. Eu quero a destruição e não importa quem estiver no meu caminho. — Sua voz fria como um iceberg e dura feito rocha faz o meu coração se comprimir e mesmo receosa, ouso perguntar: — E f***r? — O quê? — Ele parece confuso. — f***r sempre te ajuda, não é? — O vejo resfolegar e imediatamente saio do meu lugar, monto no seu colo e tomo a sua boca de uma forma audaciosamente sensual. Suas mãos me apertam com uma força subjugada, sua boca toma a minha com dominação, prepotência e castigo. Solto um gemido dolorido, depois outro e ma

