Juliana Fico petrificada ao ver ele parado na minha frente, como se tivesse vendo a mula sem cabeça. - Caio.- sussuro vendo o meu amigo feito uma estátua na minha frente. Ele fica me encarando como se eu fosse um fantasma, sem acreditar no que está vendendo. - Tu tá viva.- ele fala com a boca aberta e sem conseguir sai do lugar. - Caio.- eu só consigo repetir e encarar ele. - Como?.- ele fala vindo até mim, e me abraçando forte. Eu descanso minha cabeça no seu peito e mato a saudades que eu senti todo esse tempo. - Como?.- ele pergunta de novo segurando meu rosto, ainda espantado. - Só tem você aqui?.- pergunto encarando ele seria, e ele só consegue fica olhando sem conseguir responder.- Caio? você tá sozinho aqui?.- pergunto de novo, agora mais alto e ele balança a cabeça ainda

